


«Todas as crianças nascem artistas, mas a dificuldade está em continuar a sê-lo quando crescem». Muitos são os oradores que usam esta frase de Picasso tentando tornar o lugar escola mais criativo.
Já tinha
falado dela e antes que terminasse lá fomos. Conhecia este período a que se designa por Suite Voillard, por ter sido uma encomenda do marchand Ambroise Vollard, mas vê-los de perto tem de facto outro sabor. Dividida em quatro temas, o atelier do artista, o Minotauro, Rembrand e Balzac, tendo em 1937 e a fechar este ciclo a inclusão de alguns retratos de Vollard.
Encontram-se ainda gravuras, água-fortes, que vão até ao fim da década de 60.
Apesar da imponência do nome, fiquei foi deslumbrada com o espaço, que vale a pena voltar a visitar simplesmente pelo prazer de o desfrutar.
Cortinas de água e os fabulosos
jardins móveis de
Leonel Moura, que permitem a pequenos e a crescidos reorganizar e recriar os seus ambientes, num fabuloso jogo de formas e cores