4.24.2008

abraços




e silêncios partilhados. amanhã conseguirei finalmente ver 1001 noites. e fica alguma pena de não poder ir ver esta.

4.18.2008

e ainda de mães


à semelhança de ontem este é para oferecer a quem me tem visitado por mail ou aqui no blog e não tem conta no flickr. Basta para isso enviar-me um mail
ansiosamente à espera

4.17.2008

aos olhos deles



Quando se é pequeno e sem uma conscencialização disso sabemos que as mães estão sempre presentes. Presentes sobretudo na dor. Mais tarde e já com uma mãe não presente achava que ela nunca tinha estado doente, pelo menos a memória não me permitia lembrá-lo.
Hoje Mãe, sei que não é assim. Que ficamos doentes. Mas ficamos doentes para dentro, tristes para dentro e que por eles somos capazes de tudo

4.14.2008

botões com casa


Esta paixão por botões antigos começou quando vim viver para o Alentejo e entrei pela primeira vez numa antiga venda , - a venda do sr. Rui.
Era um espaço magnífico, onde o sonhar era uma constante. Cada caixa escondia segredos, pensava eu. De certo modo talvez escondam, porque seis anos depois, sempre que lá vou, sinto um frio na barriga cada vez que abro uma.

4.13.2008

a carvão




Inaugurada em 1925 a Oliva foi uma das mais importantes fábricas portuguesas, essencialmente a partir da fundação da fábrica de costura em 1948, tendo se tornado uma das principais concorrentes da Singer.
A Alba constituída em 1921 por Augusto Martins Pereira tornou-se a mais moderna metalurgia da época e um logotipo com quase 100 anos de história que se mantém fiel a si próprio

pequena história do ferro de passar

4.10.2008

contar pelos dedos



O Sabichão era um dos jogos produzidos nos anos 70, que mais me deliciava com todas aquelas perguntas sobre a portugalidade. Para ser franca, acho que era mais o ritual de o boneco a girar em cima do espelho, que fazia a delicia de quem era pequenino.
Este tabuleiro é o de aritmética e tem encantado o M. nos últimos dias

A majora continua a produção deste jogo, com um Merlin à mistura, numa versão menos bonita, com menos qualidade do que é português

3.30.2008

Contos tradicionais portugueses



Sempre que posso aos sábados de manhã, rumo à feira de Estremoz.
Gosto das cores, dos cheiros, das gentes. Uma feira que mistura o típico mercado de coisas da terra com o de velharias.
Digo sempre que só lá vou passear, mas confesso que espero sempre encontrar um mimo que me preencha mais um pouco.
Gosto do sabor do regresso com as mãos mais ou menos cheias. Gosto do prazer do olhar, do toque e depois do saber. Do saber mais.

Contos Tradicionais Portugueses é um livro datado de 1906, escrito por Anna de Castro Osório (1872-1935), considerada a fundadora da literatura infantil em Portugal, com ilustrações de Rachel Gameiro (1889-1970), Hebe Gonçalves e editado pela Livraria Editora “Para as crianças”, Setúbal.
Ilustrações muito influenciadas pela Arte Nova e pelo pai o aguarelista Alfredo Roque Gameiro

Mais fotos

3.28.2008

já nos cansa esta lonjura



janeiras fora d'horas e o sempre delicioso trabalho da Joana

ainda sobre a quadra ilustrações de Laura Costa e um blog (anos 30/60)


3.27.2008

menina bonita do meu coração


Lengalengas, travalínguas, toadilhas, são pela sua riqueza semântica e fonética um dos maiores desafios da nossa língua.
Os nossos últimos sonos têm sido acompanhados pelo livro da Marianinha e por outro de lengalengas. A necessidade de serem lidos-ditos depressa dada a sucessão de sons leva o M. a rir à gargalhada. Este riquíssimo património nascido da oralidade que faz sorrisos de criança. E que a nós gente grande nos deixa de coração quente e como diria Maria Keil numa entrevista "tão bonita aquela linguagem"
a ler ainda um ensaio sobre o universo das rimas de Vera Vouga e um livro a comprar

3.25.2008

small bird



se nos pudessemos vestir dos tecidos da primavera

tela 15X15 not available

3.20.2008

álbum ilustrado

Por não gostar de transportar fantasmas decidi criar um novo blog e deixar as oficinas quietas, a dormir, pelo menos mais um pouco.
O flickr tem sido neste últimos anos uma espécie de álbum ilustrado do meu trabalho, de mim, dos amigos, mas faltam letras, palavras, muitas palavras e fica sempre tanto por dizer, por contar.


LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...