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3.01.2015

9/53

um fim de semana cheio que começou na sexta à noite com a apresentação da classe de piano.

uma sessão à noite no jardim da Estrela para uma projeção da Monstrinha.

mar e brincadeiras...


A portrait of my son, once a week, every week, in 2015.Shot on iphone 6

2.24.2015

8/52

pequenas coisas, mas essencialmente porque já estava atrasada neste projeto (um dos blogs mais inspiradores).

todas as fotografias que tenho publicado do Manuel não são encenadas, tratam-se de momentos do nosso dia a dia em locais uns melhores do que outros e de um post que publiquei em setembro sobre celebrar os dias e as pequenas coisas, também ele um projeto, mas que guardo só para nós. Ah e hoje é dia de ir buscar a nova flow.

quem conhece o Manuel sabe que cortar o cabelo é sinónimo de ir à forca. gosto de o levar ao meu cabeleireiro porque ao contrário de muitos outros espaços este é um sítio calmo, sem a habitual correria de gente a tropeçar em carrinhos de escovas e calhas infindáveis. confesso que é um dos luxos a que me permito. não lavo a cabeça em casa. custa-me o movimento dos braços e sinto que fica sempre mal lavado.

compensa a ida ao carrasco com um livro, o que não facilita nada o trabalho. olha-me de soslaio quando percebe que o estou a fotografar, uma espécie de segunda ida ao carrasco...

A portrait of my son, once a week, every week, in 2015.Shot on iphone 6

2.20.2015

de um tempo que é longo

o solstício de Inverno marca o início da respetiva estação, no entanto traz com ele a promessa de um pouco mais de luz por cada dia que passa e é em janeiro que ganho alento porque não gosto dos dias pequenos, talvez porque me soe a tacanho. janeiro passa-se com uma aparente calma, o rescaldo das festas pede ao corpo descanso, mas fevereiro sendo o mês mais pequeno traz o peso da lonjura dos dias. fevereiro torna-se longo na sua pequenez.

porque os dias ainda são muito pequenos, refugiamos-nos em sítios e com quem nos traz conforto.



a Casa de Chá de Santa Isabel antigas Vicentinas surgiu na década de 50 do século XX, com um grupo de mulheres que apoiavam o bairro da Curraleira, uma das zonas mais desfavorecidas da cidade de Lisboa.
estas mulheres viram na arte da costura uma forma de rendimento que permitisse aquelas famílias algum sustento e acima de tudo criar uma fonte de auto estima e estabilidade para os habitantes do bairro.

em 1956 cria-se um ateliê onde cerca de 50 mulheres operam nesta arte, orientadas por duas modistas. o sucesso não tardou e as Vicentinas inspiradas nas suas viagens a Paris ou Milão, as capitais da moda, traziam para a Curraleira o que de melhor se fazia lá fora, o que fez com que este projeto atingisse dimensões bem visíveis. era preciso mostrar o que lá se produzia e com essa necessidade cria-se a primeira passerelle num antigo armazém, onde eram servidos scones e chá, a que muitos chamaram O Melhor Lanche de Lisboa.

do grupo original apenas estão vivos dois membros e que têm feito com que este espaço não morra, mantendo-se fiel aos princípios das Vicentinas sendo o seu lucro para obras sociais.

o Manuel continua a dizer que os meus scones são os melhores do mundo, mas talvez seja o AMOR que o leva a ter o coração na boca.

uma coisa garanto, os scones são ótimos e somos muito bem recebidos. a calma impera neste espaço, pelo menos à nossa hora e nos nossos dias e que quero que se mantenha assim.

não é para gente apressada. é para quem aprendeu que andar é bom.

aproveito para publicar as fotos, atrasadas do projeto once a week

7/52






A portrait of my son, once a week, every week, in 2015.Shot on iphone 6

2.10.2015

6/52


e assim cumprimos a semana, já quase restabelecidos e num almoço que junta gente do coração.

um restaurante que é sempre agradável em dias limpos  porque tem um jardim magnifico para os mais pequenos explorarem.

estas palmeiras também não escaparam à praga do escaravelho africano, deixando o céu aberto.

A portrait of my son, once a week, every week, in 2015.Shot on iphone 6

2.04.2015

5/52

às cinco semanas deste projecto percebi que não é fácil, além de uma dada disciplina, é contar com uma fase em que as fotografias não lhe dizem nada, e a juntar uma semana em que fomos os dois à cama com febre e muita tosse.
apesar da febre pedi-lhe um sorriso. ele pede mimo. muitos mimos e eu recuo no tempo e não me recordo da minha mãe doente e percebo que as minhas duas idas à CUF, entre aerosois e cortisona nadam significam quando eles estão doentes.A portrait of my son, once a week, every week, in 2015.Shot on iphone 6




1.28.2015

4/52

por cada dia que passa torna-se mais difícil uma fotografia, ou não mostra a cara ou são sempre com muitas palermices à mistura...

"Almada Negreiros: O que nunca ninguém soube que houve." - exposição que irei falar mais tarde

Nós, ainda do Museu da Eletricidade

e há sempre espelhos na nossa vida (Fábulas)

e exposições, livros, fotografias e cinema.

Burton Keaton (Fábulas) e finalmente conseguimos ver The Grand Budapest Hotel

e deixem-no voar (Parque das Nações)

A portrait of my son, once a week, every week, in 2015.

Shot on iphone 6

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