Mostrar mensagens com a etiqueta ilustração. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta ilustração. Mostrar todas as mensagens

5.15.2008

de Aquilino





Como acontece com o Livro de Marianinha escrito em 1962 e dedicado à neta, História do Coelho Pardinho que ficou sem rabo, publicado em 1936, dentro da obra “Arca de Noé, III Classe”, é inspirado pelo segundo filho de Aquilino Ribeiro e originalmente ilustrado por Jorge de Matos Chaves.

“Arca de Noé, III Classe”, é um conjunto de seis histórias que se reporta a toda a bicharada plebeia que embarca e aceita Noé como amo.
História do Coelho Pardinho que ficou sem rabo conta de uma forma divertida e imaginosa o porquê dos coelhos não terem cauda.

Reeditada pela Livraria Bertrand em 1962 e agora com ilustrações de Luís Filipe de Abreu, com a particularidade de levar o sinete do autor, uma águia desenhado por Leal da Câmara
e trabalhado pelo Mestre Arnaldo Malho, de quem Aquilino escreveu, fazia renda com o ferro.

História do Coelho Pardinho que ficou sem rabo, RIBEIRO, Aquilino, 1962, parte integrante da obra Arca de Noé, III Classe, págs 55 a 79 (versão original) ilustrações de Luis Filipe de Abreu e impresso por Impressa Portugal-Brasil para Livraria Bertrand

livros para folhear e comprar lookybook

5.07.2008

mulheres-mães




Maria Lamas inicia em 1947, a viagem por um Portugal ditatorial, e que pelo pormenor e realismo com que a autora escreve resultaria em três volumes fantásticos de escrita e fotografia, publicados entre Maio de 1948 e 15 de Abril de 1950, pela recém-criada Actuális, Lda.

Mulheres de norte a sul. Mulheres-camponesas, mulheres-operárias, mulheres-mães, mulheres-intelectuais, mulheres-artistas, mulheres-domésticas “com os seus trajes, os seus rostos marcados pelas agruras de um
trabalho pesado e pela falta de condições de vida. (...) fala-nos da vida das mulheres não só da sua resistência, mas da sua combatividade.”

reedição LAMAS, Maria, As mulheres do meu país, Lisboa, Caminho, Setembro de 2002

4.24.2008

abraços




e silêncios partilhados. amanhã conseguirei finalmente ver 1001 noites. e fica alguma pena de não poder ir ver esta.

4.18.2008

e ainda de mães


à semelhança de ontem este é para oferecer a quem me tem visitado por mail ou aqui no blog e não tem conta no flickr. Basta para isso enviar-me um mail
ansiosamente à espera

4.17.2008

aos olhos deles



Quando se é pequeno e sem uma conscencialização disso sabemos que as mães estão sempre presentes. Presentes sobretudo na dor. Mais tarde e já com uma mãe não presente achava que ela nunca tinha estado doente, pelo menos a memória não me permitia lembrá-lo.
Hoje Mãe, sei que não é assim. Que ficamos doentes. Mas ficamos doentes para dentro, tristes para dentro e que por eles somos capazes de tudo

4.14.2008

botões com casa


Esta paixão por botões antigos começou quando vim viver para o Alentejo e entrei pela primeira vez numa antiga venda , - a venda do sr. Rui.
Era um espaço magnífico, onde o sonhar era uma constante. Cada caixa escondia segredos, pensava eu. De certo modo talvez escondam, porque seis anos depois, sempre que lá vou, sinto um frio na barriga cada vez que abro uma.

3.25.2008

small bird



se nos pudessemos vestir dos tecidos da primavera

tela 15X15 not available

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...