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8.30.2010

já nos escaparates



numa espécie de fio da navalha, percebi não só o quão insignificantes somos, como a VIDA PODE MUDAR NUMA NOITE. que o que achamos ter por mais certo, cai por terra, mas que também existem e temos anjos da guarda e não me refiro a uma possível crença, refiro a pessoas reais, família e amigos verdadeiros.

o nosso livro já anda pelas Fnacs e está lindo

dedico-o ao sr. João que tem "alimentado" o meu trabalho nestes anos com papéis e materiais magníficos e que de um momento para o outro se vê sem uma perna.

7.30.2010

às portas de um novo mês




com as últimas duas ilustrações entre mãos, respiro fundo e olho para elas com o mesmo olhar de quem olha para um filho.

daqui a uns dias pensa-se em retemperar as forças porque vem aí um novo livro

10.22.2009

correcção



ao contrário do que tinha dito a agenda da revista Pais e Filhos sai já amanhã juntamente com a revista de Novembro

confesso que aguardo com alguma ansiedade porque ainda não a vi impressa

10.14.2009

na recta final



a duas ilustrações (quase prontas) de terminar o livro "Histórias do barco da velha", sinto a necessidade de respirar outros ares, com outras ilustrações antes de me dedicar a uma pequena nova exposição.

algumas ainda disponíveis aqui

6.26.2009

de pais a dobrar ou não



por ter sido uma filha tardia, pouca memória tenho dos meus avós. guardo histórias, fotografias e a possibilidade de ser uma espécie de fotocópia da minha avó paterna e a herança de um nome.
por ter sido uma filha tardia de quatro filhos, tenho na memória uma série de pais e uma espécie de sobrinhos-irmãos.

a imagem de cima é um detalhe da ilustração da Pais e Filhos do mês de Julho

5.15.2009

de amores




Não gosto de pensar que existem amores impossíveis, prefiro acreditar que há histórias de amor que podem e devem ser vividas.

O livro “Um Segredo do bosque”, editado pela OQO, foi usado pela Mafalda e pela Helena durante um workshop que ambas realizaram na Gulbenkian. O ruído de fundo fez-me perder não a essência da história, mas algumas palavras sentidas e sobretudo as lindíssimas ilustrações de Elena Odriozola, de uma tranquilidade tão própria.

Javier Sobrino reinventa um bosque cheio de segredos, que só os ventos, as árvores, as brumas sabem esconder. Segredos bons, segredos de amor. E a verdade é que o esquilo da história tem um segredo desses. Invadido por sensações estranhas, resolve contar aos outros animais. Desvendado o seu segredo, até porque era difícil guardá-lo por mais tempo já que “até o vento contou ao mar”. A paixão do esquilo era diferente das outras. Um pica-pau. O que só prova que não há amores impossíveis.

E ainda destas questões do coração, “Gary”, um filme de animação que também mostra que o desejo pode tornar-se realidade. Pode ser visto aqui

e para que não seja só para gente pequena-pequena, -até porque quando falo deles, falo para gente pequena-grande, - um para gente grande-grande.
Tem sido o meu livro de cabeceira e quase no final aconselho vivamente. Editado pela Teorema, London fields de Martin Amis.

5.08.2009

Poder ter uma estrela só nossa




Talvez não sejamos muito diferentes do rapazinho desta história e mesmo não o admitindo, quantas vezes olhámos para o céu e desabafamos com uma estrela, que achamos ser a nossa estrela.
A narrativa desenvolve-se na possibilidade deste rapazinho conseguir apanhar uma estrela só dele.
Num traço peculiar e um enredo muito próprio de Oliver Jeffers é no seu todo uma inspiração até para gente crescida. A possibilidade de cada um ter a sua própria estrela.

Ainda a propósito do mesmo autor a Orfeu juntamente com Diogo Martins da Companhia Evoé Teatro apresentam este fim-de-semana na feira do livro “O Incrível Rapaz que Comia Livros”




"How to Catch a Star", de Oliver Jeffers e editado pela Philomel Books do grupo Penguin

5.06.2009

no sorriso louco das mães




um abraço forte a todas as mães que andam por aí. mães-mães, mães-avós, mães-tias, mães-que o querem ser, porque um dia eu também o fui.

2.17.2009

in red




Vi este livro pela primeira vez aqui por altura das Palavras Andarilhas , ainda na sua língua matriz, escrito por Antonio R. Almodóvar e ilustrado por Marc Taeger, o mesmo ilustrador deste.

Resolvi esperar e passados dois anos, chega a Portugal. Com o prémio Daniel Gil para melhor álbum ilustrado de 2005. Recontada, ou reescrita segundo recolha na tradição oral, esta história rompe com todas as ideias feitas do que é o Capuchinho.

Em “A Verdadeira história do Capuchinho”, encontramos uma menina que afinal nem sequer jeito tem para a costura. A fama de gulosa e a sua extrema curiosidade são realçadas não só pelo texto como pela ilustração. As personagens quase vindas do universo infantil adquirem grande expressividade e a representação do Capuchinho surpreende em cada página. Uma delas quase nos faz lembrar as primeiras representações do Mickey ou mesmo algumas alusões ao Pinóquio.

2.11.2009

a aventurar





Como diria João Miguel Tavares da Bedeteca, Deve haver um poderoso anjo da guarda a velar pela mais famosa das obras de Kenneth Grahame "O Vento nos Salgueiros".

Com 100 anos feitos em 2008 conta com inúmeras reedições, uma adaptação televisiva, feita entre 1984 e 1988, a qual deixou uma marca indelével a quem a seguiu nas aventuras dos quatro personagens principais. Adaptado também ao cinema em 1997, pela mão de Terry Jones é sem dúvida um filme de referência não fosse ele contar com quase todo o elenco dos Monthy Python.
Chegou ao teatro e à bd, através de Michel Plessix

Há muito que me apetecia pegar neste livro e quase como um teste na capacidade de concentração e maturidade do M. no que respeita a esta coisa de letras, e a propósito de um desenho animado na rtp2 em que o protagonista da história se depara com um livro sem imagens, tornou-se a nossa leitura da noite.

Sei que ainda não é um livro para ele, mas que pode ser uma espécie de novo prato, que se introduz paulatinamente. Que se aprende a gostar e a apreciar. Como se tratasse de um novo paladar. Cheio de palavras que ainda não fazem parte do seu léxico, o que deu direito a inúmeras interrupções, e ainda bem que assim o foi, sei que o interesse foi desperto. E para mim foi o mais importante.

Originalmente ilustrado por Ernest Howard Shepard, vale a pena ver o que se fez pelas mãos de outros ilustradores nestes últimos 100 anos.
E já agora uma ida ao youtube com a pesquisa "The wind in the Willows

Esta edição “O vento nos salgueiros", de Kenneth Grahame, com ilustrações originais de E.H.Shepard, é da Tinta da China, 2007 , com tradução de Júlio Henriques.

2.05.2009

a pedir que não chova



o dia acordou assim, capaz de se abrirem janelas. deixar o ar entrar apesar do frio que ainda se faz sentir. estava a precisar porque começo a sentir-me com algum mofo

2.03.2009

still working



Gostava que assim não fosse, mas não consigo lidar com projectos a longo prazo, talvez por ser demasiado imediatista. a espera satura-me e causa-me insónias.
Hoje foi uma dessas noites. Entre pensamentos lembrei-me do livro de Somerset Maugham, O fio da navalha, e na possibilidade de descobrir um mundo totalmente novo. Vamos ver se acontece...

Entrei numa espécie de contagem final, tanto para a exposição em Castro Daire (dia 16), como retirar o gesso da perna do M (dia 9?) e perceber que só consigo trabalhar sobre pressão, numa espécie de fio da navalha

1.14.2009

little red riding hood





Apesar da psicanálise ter atribuido a estas duas personagens (o lobo e o capuchinho) um carácter sexual tão forte, confesso, prefiro deixá-lo para um Eu teórico.
A beleza, a estética e a emotividade aliada a uma dada candura faz da história do capuchinho vermelho e dentro do universo dos irmãos Grimm uma das minhas preferidas.

lobos que me fascinam

meninos que se vestem de lobos em pele de cordeiro

revistas que os materializam

pessoas que os reinventam articulando-os ou simplesmente dando-lhes novas formas

e de livros diferentes

10.23.2008

de pequenos nadas






agradeço a todos os que têm, de uma forma indirecta contribuido para o meu trabalho ao me oferecerem materiais lindíssimos como estes. sem a vossa generosidade estas peças não existiriam. obrigada.

quanto à exposição falarei dela daqui a uns dias. ainda sem nome

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