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3.04.2015

Vivian Maier

o último número da flow traz um artigo sobre a vida enigmática de Vivian Maier que postumamente foi considerada uma das melhores fotógrafas americanas do século XX. o texto tem como base o livro "Vivian Maier: Self-Portraits" escrito por John Maloof autor do filme "Finding Vivian Maier" (vale mesmo a pena ver).

Van Gogh escreveu: Stars are the souls of dead poets, but to become a star, you have to die.

em 2007 Maloof comprou numa leiloeira uma caixa com cerca de 40 mil negativos com o nome de Vivian Maier, mas quem era esta mulher que se escondia atrás de um trabalho capaz de fazer parar a nossa respiração. tanto material e tão poucas respostas sobre esta ama que passou uma vida agarrada a uma rolleiflex e aos seus negativos sem nunca os revelar.

Na sua incansável procura, Maloof acaba por encontrar um contentor que estava destinado a acabar no lixo cheio de objetos pessoais de Maier. nele encontramos de tudo, roupa, chapéus, livros, faturas, negativos e centenas de horas gravadas em Super 8.

no documentário ficamos a conhecer um pouco desta mulher, tão reservada, nas vozes das crianças, hoje adultas, de que cuidou.

a leitura que Maloof faz de uma carta de Maier dá conta da sua tristeza por não cumprir o desejo de mostrar ao mundo o que fazia.

nunca saberemos qual o alcance das suas intenções, mas fica um extraordinário trabalho, intenso, poderoso e intimista.






e como nós adoramos espelhos...

obrigada à Rita, que linkou a Vivian Maier no instagram, sítio por onde gosto mais de andar


11.09.2014

celebrar os dias

o último livro consumiu-me grande parte dos dias e amontoaram-se na minha mesa de cabeceira vários livros que comprei nestes dois últimos meses.

a noite trazia o propósito da leitura, mas o cansaço traía os olhos. hoje e com o livro acabado confesso que decidi tirar as manhãs para sair de casa e ir ler para sítios apetecíveis e reservar esse tempo para mim antes de começar os ateliês no período da tarde.

neste entretanto dei por mim com leituras mais leves, das revistas que mais gosto. a flow trouxe no último número a história de Hailey Bartholomew, uma fotógrafa australiana, que decidiu iniciar um projecto que passa por tirar uma fotografia diariamente de algo que a fizesse sentir-se grata.

365 grateful project tens inspirado muitos a focarem a sua atenção nas coisas que realmente têm importância e a valorizar as pequeninas que tantas vezes nos passam ao lado. um projecto que nos ensina a estar verdadeiramente atentos, que deixemos de nos preocupar em fazer planos para o futuro e a vivermos mais o presente.

"The key to happiness is reflection and gratitude. All you have to do is dwell on what makes you grateful every day, even the little things"

com este pensamento Hailey agarrou na sua polaroid e decidiu tirar uma fotografia diariamente de algo que lhe desse essa noção de gratitude.

isto é valido para tudo na nossa vida, como encaramos os dias, o nosso trabalho, a relação com os filhos, a relação que temos com quem vivemos.

"Couples who regularly show their gratitude to one another stay together longer and are happier than couples that mostly complain about what they're not getting from the relationship."

Reprogramar o cérebro para esta conscencialização fará com que sejamos mais positivos e felizes. por aqui andamos a disciplinar-nos nesse sentido.

este número da flow traz um pequeno livro onde as pequenas coisas significam muito e ao escrever obriga-nos a pensar nelas.


confesso que ontem o maior prazer não foi teres-me acompanhado em mais uma exposição mas sim a dar por ti a sentires o prazer de levar contigo um pouco desse dia e a partilhá-lo com os teus amigos.


e o prazer de outras companhias...

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