o último número da flow traz um artigo sobre a vida enigmática de Vivian Maier que postumamente foi considerada uma das melhores fotógrafas americanas do século XX. o texto tem como base o livro "Vivian Maier: Self-Portraits" escrito por John Maloof autor do filme "Finding Vivian Maier" (vale mesmo a pena ver).
Van Gogh escreveu: Stars are the souls of dead poets, but to become a star, you have to die.
em 2007 Maloof comprou numa leiloeira uma caixa com cerca de 40 mil negativos com o nome de Vivian Maier, mas quem era esta mulher que se escondia atrás de um trabalho capaz de fazer parar a nossa respiração. tanto material e tão poucas respostas sobre esta ama que passou uma vida agarrada a uma rolleiflex e aos seus negativos sem nunca os revelar.
Na sua incansável procura, Maloof acaba por encontrar um contentor que estava destinado a acabar no lixo cheio de objetos pessoais de Maier. nele encontramos de tudo, roupa, chapéus, livros, faturas, negativos e centenas de horas gravadas em Super 8.
no documentário ficamos a conhecer um pouco desta mulher, tão reservada, nas vozes das crianças, hoje adultas, de que cuidou.
a leitura que Maloof faz de uma carta de Maier dá conta da sua tristeza por não cumprir o desejo de mostrar ao mundo o que fazia.
nunca saberemos qual o alcance das suas intenções, mas fica um extraordinário trabalho, intenso, poderoso e intimista.
e como nós adoramos espelhos...
obrigada à Rita, que linkou a Vivian Maier no instagram, sítio por onde gosto mais de andar
Van Gogh escreveu: Stars are the souls of dead poets, but to become a star, you have to die.
em 2007 Maloof comprou numa leiloeira uma caixa com cerca de 40 mil negativos com o nome de Vivian Maier, mas quem era esta mulher que se escondia atrás de um trabalho capaz de fazer parar a nossa respiração. tanto material e tão poucas respostas sobre esta ama que passou uma vida agarrada a uma rolleiflex e aos seus negativos sem nunca os revelar.
Na sua incansável procura, Maloof acaba por encontrar um contentor que estava destinado a acabar no lixo cheio de objetos pessoais de Maier. nele encontramos de tudo, roupa, chapéus, livros, faturas, negativos e centenas de horas gravadas em Super 8.
no documentário ficamos a conhecer um pouco desta mulher, tão reservada, nas vozes das crianças, hoje adultas, de que cuidou.
a leitura que Maloof faz de uma carta de Maier dá conta da sua tristeza por não cumprir o desejo de mostrar ao mundo o que fazia.
nunca saberemos qual o alcance das suas intenções, mas fica um extraordinário trabalho, intenso, poderoso e intimista.
e como nós adoramos espelhos...
obrigada à Rita, que linkou a Vivian Maier no instagram, sítio por onde gosto mais de andar











