por estes dias e durante uma conversa, um amigo confessou-me que só depois de ter sido pai conseguiu perceber esta "coisa" tão difícil de explicar que é a maternidade/paternidade.
questionava-se sobre este amor, que vive com outros amores e no entanto é inagualável.
um amor crescente.
feito de alegrias. tristezas. conquistas. falhanços. de palavras doces. de palavras amargas, mas nunca daquelas assim-assim, porque todos sabem que essas não são nada.
é um amor de abraços. de beijos. de repreensões, mas de sorrisos.
um crescimento a dois.
as rocas são do final dos anos 50, da fábrica Ribeirinho (já escrevi sobre elas aqui) e têm um EU e ELE. Hoje e porque te ouvi falar da tua filha resolvi deixar partir a rosa.
tem no olhar a leveza, a doçura e ao mesmo tempo a profundidade de quem tanto precisa de nós.

