
Fui convidada pela Ana para integrar uma exposição colectiva de presépios e embora sejam peças de que gosto muito (aqui, aqui), não sinto nenhum apelo em reinventá-los, pois acredito que existem pessoas que o farão muito melhor do que eu.
Mas aceitei o desafio interpretando o tema enquanto conceito de família, recorrendo mais uma vez, e sempre a objectos com história, como é o caso da pauta de 1907 com músicas religiosas.
O branco enquanto candura, a casa enquanto unidade familiar, a mulher geradora de vida, a linha enquanto cordão que prende à vida. espero que gostem
