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6.15.2014

mercado da ribeira

apesar de ter crescido no Estoril e de ter feito de Cascais a minha casa, a verdade é que Lisboa teve (tem) um papel importante nesse meu crescimento.

fui para a António Arroio com 14 anos ainda fazer o extinto 9º ano e era na Baixa Lisboeta que estavam as grandes casas de material de desenho.

começámos a frequentar o "Bairro" (Bairro Alto) e foi nas "catacumbas" que descobrimos outros nomes do jazz.

fiz a faculdade dividida entre a Rua Capelo e a Rua do Alecrim no Palácio Pombal e foi colada às Ruínas do Carmo que comecei a minha carreira profissional como designer na agência MKT.

fugi para os jornais (em boa hora) e mudei-me para o inicio da 24 de Julho bem pertinho do Mercado da Ribeira.

não tenho presente o dia, (talvez a quarta feira), mas sei que havia um em que o Mercado se enchia de flores. tornou-se ponto de paragem obrigatório. além das flores que trazia para casa era poder ver e sentir aquela explosão de cor e aroma.

hoje o Mercado está ainda mais bonito, com a traça original de 1882, mas de fachada limpa e renovada. uma decoração sóbria com a predominância do preto e branco.

há muito tempo que não ia lá e foi uma lufada de ar fresco.

um espaço que convida à permanência, não só porque mantém o comércio de produtos frescos, mas pela presença de 30 espaços gastronómicos, que passa pelo chefes como Sá Pessoa, Marlene Vieira, entre outros, ao Café de São Bento, Sea Me, Conserveira Nacional, Santini e a Arcádia.

Ai a Arcádia... e os seus macarons



eu segui para Alfama para dar um ateliê. ela refugiou-se no ginásio.

e em tempo de Santos Populares é preciso dizer

LISBOA É LINDA!

e parabéns a Alfama

4.01.2009

Mimos de cor e sabor



A marca Arcádia surge no Porto pela mão de Manuel Pereira Bastos, em 1933, e a fábrica actualmente existente na rua do Almada abriu em 1945.
Mantém na fachada a designação Arca e, no interior, a aparência de outros tempos, “preservando o mobiliário da década de 30 e os tradicionais azulejos, o mais aproximado possível ao que ali existia”, conta Margarida Bastos, cheia de doces memórias de infância.

Um mundo de cheiros doces e aveludados, de formas e cores, de sabores diferentes como a menta, a rosa, ou a lavanda.
Um mundo de bordadeiras, porque é assim que as mulheres que ali trabalham e algumas há mais de 30 anos descrevem a arte de decorar as amêndoas de licor,- autênticos bordados.
No fim há manjericos, bebés, cenouras, ervilhas, morangos, cerejas ou favas.

Confesso que os bebés são as que fazem as minhas delícias, mas a verdade é que o sabor que guardo delas não é o mesmo. As cerejas deixaram-me triste.

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