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5.06.2014

o coração a transbordar

já falei da Luísa muitas vezes, mas não as suficientes para expressar o que é como pessoa.

a Luísa é tudo isto e muito mais.

a Luísa está atenta e só o facto de se lembrar de nós é uma benção.

a Luísa nunca pediu nada em troca e eu sinto-me tão devedora do seu carinho e fico sempre sem saber como lhe agradecer tamanho coração.

o livro dos bebés é-lhe dedicado porque em cada página revejo-a nos papéis


talvez há duas semanas recebia um embrulho em casa, claro cheio de magníficos papéis.

quando digo que a Luísa está atenta reflecte-se em pequenas coisas.

sementes de alfazema acompanhavam o que vai servir de fundo a muitos outros trabalhos.

a Luísa sabia deste post (janeiro), que me acompanhou por fevereiro e que em abril ainda se fazia sentir.

chegaram com a chuva, mas são dias felizes e agora já com sol

são dezenas de papéis que farei questão em fotografar um a um e serão colocadas imagens por aqui.

hoje dia 6 o carteiro deixava um pequeno envelope, que tem a particularidade de todos os outros, do remetente só tem o nome.

a Luísa faz as coisas de coração e não pede nada em troca.

a Luísa não se esqueceu dos meus anos e presenteou-me com um dos seus bonitos alfinetes de peito.

a Luísa escolheu o número 4 desta colecção provavelmente por ser o meu dia de anos, mas o que a Luísa não sabe é que esse número tem um significado ainda maior na minha vida.

eu nasci quando a minha mãe tinha 44 anos.

fui um engano.

ainda bem.

obrigada L.

2.25.2014

poder ser eu uma andorinha

percebi que num curto espaço de tempo as andorinhas são uma presença constante nos meus dias.

apesar de ter vivido sempre ao pé do mar, e achar que as gaivotas eram uma espécie de personificação, hoje, dei por mim a pensar que talvez não.

fui criada numa quinta, não muito longe do mar, mas é das andorinhas que guardo recordação quando enchiam uma determinada parede com os seus ninhos.

porquê aquela? gostava de acreditar que era por ser ao pé do meu quarto.

sou do mar, mas também sou dos beirados.

há pouco tempo e a caminho de Lisboa, ainda o sol mal se via, vi a primeira andorinha.

na altura questionei-me se era um pronúncio da primavera ou alguma que não quis partir.

dias mais tarde confirmei que apesar da falta do tempo morno elas tinham voltado, o que levou-me a escrever este post.

no fim de semana queria muito ter experimentado uma receita deste livro, (ao que parece caminha largamente para uma segunda edição), e percebi que gostava de ser uma andorinha e antecipar o tempo.

mas para tudo há um tempo, e agora ele é da alfazema e do alecrim. pelo rosmaninho vou ter de esperar um pouco mais.

sem saber da sua existência esta andorinha já habita na nova casa, e mais uma vez anteciparam-se a mim



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