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3.06.2014

ida a casa e ilustrarte 2014

desde o início da Ilustrarte que nós marcamos presença. uma forma de descobrir o que de bom se faz lá fora.

confesso que tenho alguma pena de ver poucos ilustradores portugueses tratando-se de uma iniciativa "nossa".

ao contrário do ano passado, o espaço que tinha tudo para ser feliz, revelou-se muito frio.

enormes blocos de esponja têm sido ao longo dos dias como que ratados. (espero que por mãos pequeninas)

um jogo de formas cria uma dinâmica e o próprio material convida de facto à permanência sobretudo nos blocos mais baixos, mas é apenas um jogo de formas, pois a intenção não é a de sentar, obrigando a estar em algumas situações em posições um pouco incómodas.

do que mais gostámos ficou


o trabalho da alemã Johanna Benz e vencedora do prémio Ilustrarte'14

as duas menções especiais

Urszula Palusinska da Polónia.



o argentino Diego Bianki, com o livro "Rompecabezas"

os meus sentidos perderam-se no traço da italiana Vitoria Niccolai.


outra italiana, Elisa Talentino.



na memória ficam ainda nomes como Whooli Chen (República da China), Carmela Mayor (Espanha), Renata Bueno (Brasil),  Narges Mohammadi (Irão), Satoe Tone (Itália), Claire Le Gal (França) e a dupla suíça.

um futuro post dedicado à artista convidada Chiara Carrer

2.23.2012

regressar a casa

































cinco dias de regresso a casa, volto com a mala cheia... de coisas vistas, lidas, partilhadas, histórias de família que desconhecia, e já de muitas saudades, neste regresso ao campo.

Uma das saídas foi inevitavelmente uma ida ao Museu da Electricidade ver o Ilustrarte deste ano.
O espaço era logo à partida um motivo para se ir ver a exposição. A ideia de um espaço intimista, este, que cada um cultiva à sua maneira (vontade de lançar o desafio de se mostrar, como andam as nossas mesas de cabeceira)

De tudo o que vi, ficou gravado o nome de Annalisa Bollini, uma italiana que transforma a ilustração em verdadeiras pinturas, com uma enorme riqueza visual. apetece parar o tempo, o som e ficar a observar cada pormenor dotado de uma magia que nos deixa assombrados.

Outros nomes que merecem destaque (vale a pena seguir os links e descobrir um pouco mais sobre estes ilustradores)

Trui Chielens (Bélgica), Chiara Carrer (Itália), Laia Castillo (Espanha), Daphné Gerhard (Bélgica), Daniela Murgia (Itália), Michael Roher (Áustria), Morteza Zahedi (Irão), Beatriz Terceno (Espanha), Katrin Stangl (Alemanha), Kaatje Vermeire (Bélgica)

O vencedor deste ano foi Valerio Vidali que já tinha falado aqui 

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