depois de quase mês e meio de trabalho intenso sinto que posso começar a respirar. em boa verdade respirar é algo que todos fazemos, mas maior parte da vezes mal. o yoga trouxe-me isso de bom. saber respirar.
o último cabaz trouxe coisas doces.
há muito que as bolachas que entram em casa são de fabrico caseiro, ou seja meu.
estes tempos não ajudaram e as únicas que consegui fazer foram estas que desapareceram ao fim de três dias, com o M. a fazer pedidos especiais para fazer caixinhas para oferecer a amigos.
o último cabaz trouxe coisas doces.
o último cabaz trouxe coisas doces.
estes tempos não ajudaram e as únicas que consegui fazer foram estas que desapareceram ao fim de três dias, com o M. a fazer pedidos especiais para fazer caixinhas para oferecer a amigos.
o último cabaz trouxe coisas doces.
marmelada
e bolachas
claro que as minhas preferidas foram as de especiarias e canela
a chuva deu algum descanso e lá fora ouve-se o frenesim de quem anda a construir uma casa nova.
tenho saudades do tempo morno, não fosse eu da primavera e apesar de ser muito citadina, existe em mim um cordão umbilical que me puxa para a terra, para os campos salpicados de cor.
eu sou da primavera.
e isso reflecte-se na comida. desejosa de trocar os legumes salteados e cozidos pelas minhas saladas.


há muito que a quinoa faz parte da nossa alimentação e quando não é possível fazer saladas é incorporada na sopa, tal como as lentilhas verdes ou rosas.
da esquerda para a direita, amaranto (coze como a quinoa), quinoa branca e por último uma combinação de quinoa branca, vermelha, milho.
estes pequenos grãos fazem-me recordar os pés na areia ao fim da tarde e uma noite no verão passado em que às 11.30 da noite o M. brincava à beira mar como outros tantos meninos.
além do blog my new roots, ficam outros dois que têm feito as minhas delicias, local milk, e cheap and chop


