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3.20.2015

ainda da Monstra


terça teve o início da noite no Cinema São Jorge para mais uma sessão da Monstra.

gostámos de Carrotrope de Paulo D'Alva, o Manuel em particular porque o seu gosto estético evoluiu e todo o traço mais realista ganhou um papel primordial na sua pequena vida...




Dimanche - Sunday de Patrick Doyon. Com um traço totalmente diferente, mas que foge ao politicamente correcto, onde a morte e os inesperados também acontecem, com uma grande dose de humor.




a exibição de dois grandes filmes de Špela Čadež e que já tinha falado aqui, - Love sick e Boles

Lipsett Diaries de Theodore Ushev é mais um filme que ganha pelo seu lado plástico. com um único ponto negativo, a legendagem que é feita num outro plano, fora do écrã. o melhor era ouvir o texto original e esquecer as legendas não fosse o Manuel a reclamar...




e ainda do Céu e da Terra de Isabel Aboim Inglez com argumento de Possidónio Cachapa

e a foto do projeto para não haver "baldanços"

11/52



Museu de Nacional de História Natural e da Ciência, na exposição "O Fascinante Mundo das Aranhas e dos Escorpiões"

A portrait of my son, once a week, every week, in 2015.Shot on iphone 6

3.01.2015

um cheirinho da monstra

ainda longe das salas de cinema, a Monstra já começou a encantar grandes e pequenos com uma estreia no Largo do Intendente na passada sexta. destinado a um público mais crescido, confesso que se não fosse a hora, mas essencialmente a temperatura, visto ser uma projeção ao ar livre e lá tínhamos ido.


mas sábado não resistimos, e fomos até ao jardim da Estrela. talvez meia centena ou mais de pessoas acompanhadas dos seus filhos não arredaram pé, apesar do frio que se começava a sentir com a entrada da noite. uma hora de cinema, com filmes mais surpreendentes pelo argumento, outros pela sua estética.

"O Elefante e a sua Bicicleta", de Olesya Shchukina, uma produção belga feita com o recurso a recortes de papel.




"Eu e o Meu Panda de Estimação" de Camille Billaud, Doriane Lopez e Domitille Mellac, França, mostra-nos as tentativas falhadas de um rapaz em domesticar um panda e na compreensão de valores maiores.




"Anão Gigante", de Fabienne Giezendanner, baseado num conto tradicional sobre o ritual de iniciação para a idade adulta.





"Foco" de Maria Matusevich, Bielorússia, foi o filme mais surpreendente pelo seu desfecho.



Não faltou "Lápis Mágico" uma série de televisão polaca que a geração de Vasco Granja teve o privilégio de conhecer.
"O Lápis Mágico", no original "Zaczarowany Olowek", cujos episódios, com cerca de 10 minutos cada, giravam à volta de um menino que tinha como amigo um duende que por sua vez lhe emprestava um lápis com capacidades mágicas, tudo o que o menino desenhava acabava por materializar-se, tanto objectos como animais. O menino tinha ainda um inseparável companheiro, um cão amarelo, muito irrequieto e inteligente, que o ajudava em inúmeras situações.

e ainda a "A Lagarta e a Galinha" e o "Pequeno Pássaro e o Esquilo", este último de Lena von Döhren




cá em casa já escolhemos os dias que queremos sentar-nos no São Jorge

2.24.2015

duas exposições, dois filmes

dois autores, dois países e duas estéticas com preocupações humanistas idênticas.

esta é a oitava exposição que o Festival Monstra apresenta no Museu da Marioneta, onde junta a realizadora eslovena Špela Čadež e o português José Miguel Ribeiro e apesar de estar patente ao público até 19 de abril, decidi antecipar a nossa visita para que o Manuel pudesse ver as marionetas, os espaços cénicos em bruto antes de assistirmos aos filmes, embora tenhamos visto em dezembro Papel de Natal, o que também lhe trouxe uma outra perspectiva sobre o filme.

são duas grandes exposições e por esse motivo vou separar estes dois realizadores deixando o José Miguel Ribeiro para segundo por ter muito a falar sobre o seu trabalho. em 2008 tinha trazido para este blog sob o título a saudade tem a cor dos teus olhos, o livro O Rapaz que Aprendeu a Voar com ilustrações suas em que o rapazinho se assemelha muito à personagem de Papel de Natal.

Špela Čadež foi a vencedora da Monstra 2014 e tem arrecadado centenas de prémios em todo o mundo. filmes que são um estudo do ser humano e da sua relação com o outro e isso é bem visível nesta exposição com maquetas de alguns dos seus filmes.



Boles

Filip vive num bairro pobre. Sonha em ser um famoso escritor e ter uma vida de luxo na zona mais rica da cidade. Um dia, batem à porta de Filip. A sua vizinha Tereza, uma prostituta mais velha que Filip tenta evitar a qualquer custo, pede-lhe que escreva uma carta ao seu noivo. Filip aceita. E tudo ficaria bem se uma semana mais tarde Tereza não aparecesse de novo à sua porta, pedindo-lhe que escrevesse uma resposta à carta anterior.








Zasukanec

A rotina diária na loja de um alfaiate é tão turbulenta que, de forma a lidar com tudo isto, é necessário fazer algumas brincadeiras. A fantasia e a espontaneidade nunca são demais. Quando o alfaiate pensa que está sozinho, gosta de ficar com os seus pensamentos. Mas o que acontece quando o amor entra no jogo e os seus pensamentos deixam de ser controlados? 



lembra tanto a história da boneca que Oskar Kokoschka mandou fazer a Hermine Moos, uma forma de materializar o amor proibido por Alma Mahler, na altura mulher do grande compositor Gustav Mahler.





Lovesick

Dor no coração, lágrimas que nunca secam e corações magoados difíceis de curar, mas felizmente não incuráveis...







há duas semanas entrou para um dos meus ateliês uma criança de 4 anos que se chama Lovedeep.

apaixonei-me.


na exposição encontramos ainda maquetas do filme FEFF.




e havia tanto para contar


as sinopses dos filmes foram retiradas dos painéis que incorporam a exposição.

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