as últimas duas semanas tiveram reuniões a mais para o meu gosto, apesar de terem uma componente que me agrada, curtas, sem floreados.
com alguns tempos de espera tenho permanecido no Largo e feito do chá da casa o meu companheiro. (canela, limão, cardomomo, anis estrelado, cravinho e gengibre)
uma das reuniões levou-me a Alfama,
enquanto fazia tempo para a hora marcada, entrei numa antiga mercearia que anunciava chás e cafés.
chá era a palavra mágica. sim eu deixei de beber leite há algum tempo e tenho tido o chá por companhia. os iogurtes já são de soja e recentemente a manteiga passou a ser de origem vegetal.
na tentativa de reproduzir o sabor do Largo perdi-me nos chás, mas a melhor descoberta foi a alfazema.
para quem comigo anda sabe as vezes que entrei em lojas bio, gourmets e afins à procura de alfazema.
sim alfazema
não, não é para afugentar as traças.
é mesmo de gula. tenho uma mão cheia de receitas que levam alfazema, permitindo-me até há pouco apenas sonhar com elas.
faz-se planos para o fim de semana, bolachas de limão e alfazema e trabalho num novo livro, e alteram-se, e ainda bem.
gosto da companhia destes amigos. fala-se de bom.
o carlos percebeu a minha natureza, ou pelo menos naquilo que gostava de fazer que é deixar de comer carne. não é fundamentalismo. não é querer ser outra pessoa.
passei a fronteira de estar enjoada de carne. vem de dentro e o estômago fala mais alto.
o Manel também já se queixa da carne. o meu coração sorriu e aproveitei a deixa para sugerir adoptarmos uma vida mais vegetariana, que foi contraposta por uma mais "peixariana"
vegetariana ou "peixariana", mas habituado a comer chia na sopa, linhaça nos iogurtes, rendeu-se também às minhas bolachas de sementes.
estamos no bom caminho
do trabalho ficam a faltar 29 ilustrações, capa e guardas
ainda não é de alfazema, mas está a dar-me imenso gozo.
as bolachas de sementes são da Miolo, padaria biológica artesanal
com alguns tempos de espera tenho permanecido no Largo e feito do chá da casa o meu companheiro. (canela, limão, cardomomo, anis estrelado, cravinho e gengibre)
uma das reuniões levou-me a Alfama,
enquanto fazia tempo para a hora marcada, entrei numa antiga mercearia que anunciava chás e cafés.
chá era a palavra mágica. sim eu deixei de beber leite há algum tempo e tenho tido o chá por companhia. os iogurtes já são de soja e recentemente a manteiga passou a ser de origem vegetal.
na tentativa de reproduzir o sabor do Largo perdi-me nos chás, mas a melhor descoberta foi a alfazema.
para quem comigo anda sabe as vezes que entrei em lojas bio, gourmets e afins à procura de alfazema.
sim alfazema
não, não é para afugentar as traças.
é mesmo de gula. tenho uma mão cheia de receitas que levam alfazema, permitindo-me até há pouco apenas sonhar com elas.
faz-se planos para o fim de semana, bolachas de limão e alfazema e trabalho num novo livro, e alteram-se, e ainda bem.
gosto da companhia destes amigos. fala-se de bom.
o carlos percebeu a minha natureza, ou pelo menos naquilo que gostava de fazer que é deixar de comer carne. não é fundamentalismo. não é querer ser outra pessoa.
passei a fronteira de estar enjoada de carne. vem de dentro e o estômago fala mais alto.
o Manel também já se queixa da carne. o meu coração sorriu e aproveitei a deixa para sugerir adoptarmos uma vida mais vegetariana, que foi contraposta por uma mais "peixariana"
vegetariana ou "peixariana", mas habituado a comer chia na sopa, linhaça nos iogurtes, rendeu-se também às minhas bolachas de sementes.
estamos no bom caminho
do trabalho ficam a faltar 29 ilustrações, capa e guardas
ainda não é de alfazema, mas está a dar-me imenso gozo.
as bolachas de sementes são da Miolo, padaria biológica artesanal






