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9.25.2014

2 semanas de balanço

as últimas semanas têm sido de adaptação, mais do que a novos espaços, a novos horários. conciliar os meus, que aumentaram, aos dele, significa na maioria dos dias viagens sucessivas de um lado para o outro em compassos de espera de ambas as partes.

para os amigos que querem muito saber como está o M. na nova escola, posso dizer que no segundo dia já havia da parte dele "os meus melhores amigos", o que não significa que tenha esquecido os que deixou aí, até porque mantém diálogos diários com os mesmos via internet.

já houve "excelentes" em trabalhos e a grande mais valia é ser uma escola que prima pela interculturalidade, que estimula valores como o da cidadania, paz, igualdade, tolerância e educação multicultural. uma escola que se quer integradora, equitativa, justa, responsável e solidária.
uma escola que exige responsabilidade por parte deles e se o caso justificar o encarregado de educação recebe uma mensagem no segundo a seguir a algum incidente.

as aulas de música são agora numa nova escola , com um horário bastante mais alargado: 1H30 de formação musical (La chanson du sommeil, de Gurlitt), 1H30 de coro, com Schubert e ainda as aulas de piano com uma professora búlgara e com a particularidade de ter as mãos tapadas e só poder olhar para a partitura.

o entusiasmo tem sido grande porque tanto na escola como na música acompanha com dois grandes amigos.

para além dos ateliês e do livro que se está a estender por muito tempo, procuro retomar os hábitos dos bons sítios.

do estômago, recomendo o Talho de Kiko Martins com a alheira envolta em massa kadaif e a "bomba" de chocolate com gelado de azeite.

uma ida ao sempre acolhedor e simpático Boteco da Linha.


e ainda dois almoços no Lost in, sempre em boa companhia.



o bom é que há sempre colo, mesmo para assuntos sérios.

temos procurado manter outras rotinas como ter sempre flores em casa.


e ainda somos mimados pela florista porque simpatizou connosco.

em casa já apetece andar calçada, mas sem meias e os pés já foram arranjados com nova cor, um prazer que não dispenso mesmo no tempo frio.


um post demasiado longo e com muitas coisas ainda por contar, mas é essencialmente um mimo para os amigos que deixei aí.

4.21.2014

de estarmos juntos

ir a casa é sinónimo de família e de mar.

ir a casa é tempo de férias.

ir a casa é redobrar o cansaço.

no verão descobrimos o Boteco da Linha em São Pedro do Estoril e confesso ser dos poucos sítios perto de casa onde gosto de jantar.

o Boteco pretende ser um ponto de encontro muito informal, com o toque especial do artista plástico Tomás Colaço.

por estes dias juntei a miudagem, que já está tão crescida e jantámos.

eu com ele(a)s, sem os pais e soube bem a partilha de histórias e o comungar de um espaço que também lhes é agradável.

ir a casa é redobrar o cansaço, mas é também vir com o coração a transbordar de amor.

a última foto foi retirada do banco de imagens do Boteco

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