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11.16.2013

empratar


"Queria precaver os meus amigos contra um perigo terrível que nos
ameaça sabe-se lá desde quando, sem que nenhum de nós suspeitasse.
Por isso me esmerei neste desenho o mais que pude. (...) porque não
haverá neste livro outro desenho tão grandioso como o dos embondeiros?
(...) Desenhei os embondeiros inspirado por uma grande sensação
de urgência." 



"Julgo que aproveitou a migração de pássaros selvagens para fugir. No
dia da partida, quis deixar tudo em ordem e passou a manhã a cuidar
do planeta."


"Para mim esta é a paisagem mais bela e mais triste do mundo."

a propósito de uma das publicações da Ana Margarida Ramos, um "blog" que sigo diariamente, resolvi escrever este post que mostra muito como um prato ou melhor um livro é servido.

o M. começou a ler muito cedo e MUITO. fez as minhas delicias quando aos 7 anos já não precisávamos de ver filmes dobrados.

exigente na escolha de livros, a sua escolha começa a tornar-se difícil. tirando os álbuns ilustrados que os tem como intemporais, os livros sugeridos para a idade dele pouco lhe dizem.
o M. tem 9 anos. a semana passada leu "O Homem que plantava árvores", "As aventuras do menino Nicolau" e "O Principezinho". (quem me quiser ajudar nesta tarefa, agradeço)

O artigo que a Margarida "linkava" falava nos 20 livros mais bonitos para a infância. Escolhas são escolhas e se fizermos uma busca, encontramos quase diariamente listas com o mesmo título, claro diferindo na escolha.
Em 17º lugar e não por uma ordem preferencial surge "O Principezinho", que não teve um começo muito feliz cá em casa.

No peditório noturno de "arranja-me um livro para ler" fui buscar a versão "baratucha" do livro de Saint-Exupéry. No fim de algumas páginas disse-me que achava que ainda era um livro complicado. Tomei para mim aquelas palavras não como verdade, mas simplesmente porque o livro enquanto objecto não o cativou, e atenção não é por falta de imagens, porque é uma criança que lê livros com 700 páginas só com letras (neste momento estaria a corrigir-me dizendo que eram 670).

Ocorreu-me a oferta da Ana na versão luxo (cheio de pop-ups). Leu e deliciou-se com a história. Ao terminar sentei-me com o M. na escada cada um com o seu livro, pedi-lhe que abrisse na primeira página. Lemos e o texto era o mesmo. Riu-se. Sentiu um misto de engano e felicidade. Afinal o livro que tinha achado difícil era simplesmente maravilhoso.

É difícil acompanhar os links que a Margarida faz, mas recordo-me também deste, que faz todo o sentido para aqueles que se queixam de que as crianças não lêem. Mais do que a importância de ler é a PAIXÃO de ler.

Claro, entretanto a minha wishlist cresceu.

1.06.2010

de ti




Para começar o ano escolhi um livro que apesar de ter sido editado em 2006, teve uma reedição em 2009, com uma capa bem mais bonita do que a primeira.

Anjos de Pijama, de Matilde Rosa Araújo, com ilustrações de Maria Keil, é uma espécie de ode às duas semanas em que tive o Manel a tempo inteiro - “Menino do meu amar”.

Literalmente uma das semanas foi passada de pijama, uma imagem em que no livro o leitor é remetido para o universo da casa, do aconchego, destes pequenos seres que transportam uma vida e uma alegria mesmo quando não estão bem.

Um texto que vale a pena ler sobre este livro escrito por Ana Margarida Ramos da Universidade de Aveiro.

Aventuras Pequeninas

“É tão linda a palavra dói-dói!
Dói… Dói…
Mas um dói-dói dói
Dói!
Que pena o dói-dói doer
Até o menino chorar.
Mas que foi?
É um dói-dói pequenino
No joelho
Do menino
Que pulou,
Caiu,
E se feriu.
Pulou,
Caiu,
Esfolou.
Mas já passou…”

A má qualidade das fotos deve-se a um presente, ao qual ainda não dediquei a devida atenção.

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