há muito que não falava em restaurantes e o prazer que é para mim comer, o que à partida parece incompatível com quem por norma come muito pouco, mas a verdade é que gosto de comer bem e como muito com os olhos.
A Cevicheria foi um dos últimos espaços que fomos degustar e ao contrário de O Talho que é para mim um restaurante de inverno, (com um talho magnífico), ambos do chef Kiko Martins, o primeiro é sem dúvida um restaurante de verão, não só pela comida como pelo ambiente.
um espaço que conta com apenas 40 lugares e que não aceita reservas, por essa razão se a vontade for grande há que ter paciência ou ir almoçar tarde que foi o nosso caso.
a luz de Lisboa invade este espaço dando-lhe uma vida muito própria.
não sei se é de origem, e se for ainda bem, é a presença do tão bonito mosaico hidráulico
e o que se come? tudo o que há de melhor na cozinha peruana com um toque de experimentalismo que já sentíamos n'O Talho.
uma boa surpresa foi a manteiga com tinta de choco e um dip de tomate com azeitona acompanhado de um pão de milho feito no restaurante e de um pão branco torrado, mas a estrela neste acompanhamento é o milho peruano que se chama cancha, ligeiramente tostado e servido com sal. trata-se de um milho maior do que o nosso, menos rijo e com um sabor também diferente.
como prato principal o quinoto do mar (quinoa, camarão, berbigão, mexilhão, peixe branco, algas, espuma de ostras e kombu)
podia ter terminado a refeição aqui, mas a gula fez-nos experimentar duas sobremesas e para quem não come muito e não gosta muito de doces revelaram-se um excesso...
deliciosas e bonitas, mas muito doces
uma refeição regada a água (sim, é verdade) e um copo de pico sour, um cocktail feito com aguardente do Peru, sumo de lima, clara de ovo, xarope de açúcar, gelo e especiarias.
brulée de quinoa doce, goiabada e espuma de goiaba
fruta em texturas, natural, crocante, marinada, gelificada e granizada.
a luz de Lisboa invade este espaço dando-lhe uma vida muito própria.
não sei se é de origem, e se for ainda bem, é a presença do tão bonito mosaico hidráulico
e o que se come? tudo o que há de melhor na cozinha peruana com um toque de experimentalismo que já sentíamos n'O Talho.
uma boa surpresa foi a manteiga com tinta de choco e um dip de tomate com azeitona acompanhado de um pão de milho feito no restaurante e de um pão branco torrado, mas a estrela neste acompanhamento é o milho peruano que se chama cancha, ligeiramente tostado e servido com sal. trata-se de um milho maior do que o nosso, menos rijo e com um sabor também diferente.
como prato principal o quinoto do mar (quinoa, camarão, berbigão, mexilhão, peixe branco, algas, espuma de ostras e kombu)
podia ter terminado a refeição aqui, mas a gula fez-nos experimentar duas sobremesas e para quem não come muito e não gosta muito de doces revelaram-se um excesso...
deliciosas e bonitas, mas muito doces
uma refeição regada a água (sim, é verdade) e um copo de pico sour, um cocktail feito com aguardente do Peru, sumo de lima, clara de ovo, xarope de açúcar, gelo e especiarias.
brulée de quinoa doce, goiabada e espuma de goiaba
fruta em texturas, natural, crocante, marinada, gelificada e granizada.






:-) (Y)
ResponderEliminarJá sabes quando quiseres juntar-te é só ligar. beijos
EliminarObrigado, Rute :-) beijinho
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