4.29.2015

alimento para a boca e para a alma

e provavelmente dois post em um...

Não há dois iguais é o mais recente trabalho da Catarina Sobral. tenho por esta miúda uma admiração muito particular, porque para além do seu sentido estético é a capacidade inteligente com que aborda os seus livros e interpreta os dos outros.

editado pela Kalandraka e com a assinatura de Javier Sobrino, este livro reserva o seu desfecho na última página, na última palavra.

e se somos surpreendidos com o seu desfecho, também podemos dizer que ao longo das suas páginas somos invadidos pelos afetos, nas mais diversas situações.

e nos mais diversos lugares...




Não há dois iguais é um livro povoado de frases enigmáticas, capaz de nos prender da primeira à última letra e pondo à prova o nosso grau afetivo.


depois de descoberto este segredo fechado num tríptico, resta-nos repetir muitas e muitas vezes...



sabendo que não há dois iguais.

e mais duas coisas de que gosto


os rebentos de alho francês e de beterraba de cultura biológica da Cogumelos Cultivados, e que são um bom complemento para as saladas.

e estas (quatro) taças magníficas da antiga SECLA e encontradas numa das minhas lojas favoritas, dentro da Mouraria, A Loja.

eu conhecia umas taças da SECLA, mas numa escala maior, quase em versão saladeira, mas estas encantaram-me pelo seu design e pela sua ergonomia.

são muito orgânicas deixando-se envolver pelas minhas mãos.

a presença de uma assinatura no fundo da taça leva-me a pensar numa alguma encomenda que a fábrica pode ter tido e se alguém souber a história delas peço-lhe que me conte.

e podia ainda dizer não há duas iguais

SECLA e Bordallo Pinheiro




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