3.01.2015

um cheirinho da monstra

ainda longe das salas de cinema, a Monstra já começou a encantar grandes e pequenos com uma estreia no Largo do Intendente na passada sexta. destinado a um público mais crescido, confesso que se não fosse a hora, mas essencialmente a temperatura, visto ser uma projeção ao ar livre e lá tínhamos ido.


mas sábado não resistimos, e fomos até ao jardim da Estrela. talvez meia centena ou mais de pessoas acompanhadas dos seus filhos não arredaram pé, apesar do frio que se começava a sentir com a entrada da noite. uma hora de cinema, com filmes mais surpreendentes pelo argumento, outros pela sua estética.

"O Elefante e a sua Bicicleta", de Olesya Shchukina, uma produção belga feita com o recurso a recortes de papel.




"Eu e o Meu Panda de Estimação" de Camille Billaud, Doriane Lopez e Domitille Mellac, França, mostra-nos as tentativas falhadas de um rapaz em domesticar um panda e na compreensão de valores maiores.




"Anão Gigante", de Fabienne Giezendanner, baseado num conto tradicional sobre o ritual de iniciação para a idade adulta.





"Foco" de Maria Matusevich, Bielorússia, foi o filme mais surpreendente pelo seu desfecho.



Não faltou "Lápis Mágico" uma série de televisão polaca que a geração de Vasco Granja teve o privilégio de conhecer.
"O Lápis Mágico", no original "Zaczarowany Olowek", cujos episódios, com cerca de 10 minutos cada, giravam à volta de um menino que tinha como amigo um duende que por sua vez lhe emprestava um lápis com capacidades mágicas, tudo o que o menino desenhava acabava por materializar-se, tanto objectos como animais. O menino tinha ainda um inseparável companheiro, um cão amarelo, muito irrequieto e inteligente, que o ajudava em inúmeras situações.

e ainda a "A Lagarta e a Galinha" e o "Pequeno Pássaro e o Esquilo", este último de Lena von Döhren




cá em casa já escolhemos os dias que queremos sentar-nos no São Jorge

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