a noite de natal
A Noite de Natal de Sophia de Mello Breyner Andresen é um dos livros que incluímos nos presentes do Manuel.
editado em 1959 e ilustrado por Maria Keil confere a este livro um lado afectivo a que não me consigo distanciar. a pureza do traço de Keil torna este livro ainda mais maravilhoso.
um livro que nos transporta para o verdadeiro valor da amizade e para os valores do que é o Natal.
gostava de poder oferecer ao Manuel, ou a mim, a versão original, mas a verdade é que a recente edição da Porto Editora com a assinatura de Jorge Nesbitt também não nos deixa indiferentes.
vinda de uma família grande em que todos os dias são dias para os aproveitarmos juntos, o Natal não tem esse lado agregador, mas sabe bem a festa, que se prolonga pela madrugada, em que cada embrulho é oferecido, recebido, apreciado e aberto sob o olhar de todos.
são muitas horas, são muitas pessoas, são muitas crianças, algumas já crianças-grandes, mas que vivem esse dia de um modo vibrante.
este ano, e pela segunda vez de que me lembro vai ser um Natal pequeno em número, o que me angústia. tento não pensar não fossem os dias precipitarem-se.
mesmo para os ausentes os presentes estão a postos para o Dia de Reis, data em que estaremos todos juntos.
e desejosos que acabe rapidamente esta divisão por duas casas.
mais uma sugestão de letras para este Natal e do original algumas imagens...
editado em 1959 e ilustrado por Maria Keil confere a este livro um lado afectivo a que não me consigo distanciar. a pureza do traço de Keil torna este livro ainda mais maravilhoso.
um livro que nos transporta para o verdadeiro valor da amizade e para os valores do que é o Natal.
gostava de poder oferecer ao Manuel, ou a mim, a versão original, mas a verdade é que a recente edição da Porto Editora com a assinatura de Jorge Nesbitt também não nos deixa indiferentes.
vinda de uma família grande em que todos os dias são dias para os aproveitarmos juntos, o Natal não tem esse lado agregador, mas sabe bem a festa, que se prolonga pela madrugada, em que cada embrulho é oferecido, recebido, apreciado e aberto sob o olhar de todos.
são muitas horas, são muitas pessoas, são muitas crianças, algumas já crianças-grandes, mas que vivem esse dia de um modo vibrante.
este ano, e pela segunda vez de que me lembro vai ser um Natal pequeno em número, o que me angústia. tento não pensar não fossem os dias precipitarem-se.
mesmo para os ausentes os presentes estão a postos para o Dia de Reis, data em que estaremos todos juntos.
e desejosos que acabe rapidamente esta divisão por duas casas.
mais uma sugestão de letras para este Natal e do original algumas imagens...





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Feliz Natal :-)
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