do Alentejo
este fim de semana regressámos ao Alentejo e confesso que na bagagem carregava uma boa dose de ansiedade.
como é que iria encontrar a casa, as pessoas, como é que conseguiria gerir uma infinidade de pensamentos que me têm acompanhado nestes últimos meses.
adiei a chegada à casa que habitei nos últimos 14 anos, deixei-me prender na conversa com amigos que fiz questão em rever.
surpreendentemente a casa tinha o meu cheiro e estranhamente senti-me no meu espaço, apesar de algumas coisas já terem sido arrumadas...
voltámos a sítios onde fui feliz
não sei se pela chuva que ameaçava cair, a Feira de Estremoz estava tristemente despida dos seus comerciantes.
faltou-nos um espelho bonito para cumprir uma tradição.
e ainda encontrámos cenas mais ou menos caricatas que nos fez soltar uma gargalhada.
regressámos ainda à Taberna do Adro, quatro anos desde a última vez, dez anos depois do M. ter nascido, (claro que pediu para ver novamente o livro da casa, onde já havia referências a ele), 15 anos depois de estar contigo e 17 quando a descobri.
regressei com duas grandes certezas, por muito que haja coisas que me encantem, eu não sou dali.
e que há pessoas que não valem um caracol e que mesmo em sítios pequenos não temos de ser obrigados a privar com elas a não ser que no fundo seja essa a nossa vontade...
como é que iria encontrar a casa, as pessoas, como é que conseguiria gerir uma infinidade de pensamentos que me têm acompanhado nestes últimos meses.
adiei a chegada à casa que habitei nos últimos 14 anos, deixei-me prender na conversa com amigos que fiz questão em rever.
surpreendentemente a casa tinha o meu cheiro e estranhamente senti-me no meu espaço, apesar de algumas coisas já terem sido arrumadas...
voltámos a sítios onde fui feliz
não sei se pela chuva que ameaçava cair, a Feira de Estremoz estava tristemente despida dos seus comerciantes.
faltou-nos um espelho bonito para cumprir uma tradição.
e ainda encontrámos cenas mais ou menos caricatas que nos fez soltar uma gargalhada.
regressámos ainda à Taberna do Adro, quatro anos desde a última vez, dez anos depois do M. ter nascido, (claro que pediu para ver novamente o livro da casa, onde já havia referências a ele), 15 anos depois de estar contigo e 17 quando a descobri.
regressei com duas grandes certezas, por muito que haja coisas que me encantem, eu não sou dali.
e que há pessoas que não valem um caracol e que mesmo em sítios pequenos não temos de ser obrigados a privar com elas a não ser que no fundo seja essa a nossa vontade...












: )
ResponderEliminar(...) Continua a ser como és! Um beijo.
ResponderEliminar:-)
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