7.22.2014

férias versus fazer o que se gosta

há 15 anos quando decidi despedir-me e formar a minha empresa  não tinha a plena consciência do que tudo isso significava.

há 15 anos que deixei de ter férias marcadas, o que em certa medida era muito bom, e foi, até o Manuel entrar para a escola.
viajámos contra a corrente, sem enchentes e gozámos os pequenos períodos de tempo que repartíamos ao longos do ano.
aproveitámos o encanto das estações em locais e países diferentes.

hoje e quase no fim de julho não tenho férias marcadas e com dois livros em mãos torna-se ainda mais difícil, mas sei que pelo Manuel terei de me organizar, ainda mais, para que ele sim tenha férias marcadas.


ainda não arrisco contabilizar as ilustrações que tenho e muito menos as que faltam, mas ao longo destes anos percebi que faço o que gosto e isso dá-me o alento para aguentar as fotos das férias dos outros.

e ainda há os meninos do Chiado, da Mouraria e de Alfama e os meus "velhos" que me enchem o coração e fazem-me olhar para o trabalho deles e sentir um enorme orgulho de tão bons que são.

e porque não sei estar quieta ainda experimento receitas

fica prometida para amanhã a receita destas bolachas. obrigada G por me teres ensinado.

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