2.12.2014

pausas com amor

hoje decidi tirar a manhã para não fazer nada, e não fazer nada tinha esse propósito literal, mas o verbo dificilmente conjuga-se com o meu feitio.

o inicio de janeiro trouxe-me alfazema que há tanto tempo procurava.

faltava-me tempo para experimentar a melhor receita.

o mês de janeiro trouxe também o livro da Patricia.

eu conheci a Patricia em 2006 através do Flickr em que assinava como miosotiis. por essa altura criou-se um grupo bastante alargado de gente com vários interesses, ficámos amigos, houve encontros, partilharam-se mimos. (ainda hoje alguns permanecem)

somos muitos os que partilham deste sentimento de perda. o facebook trouxe um lado mais voyuer que não me agrada.

confesso que o que me fez comprar o livro da Patricia, foi uma entrevista que ambos deram, em que o Luís Alves refere-se a uma planta que poderia vir a ser a forma saudável de substituir o açúcar. falava da Stévia.

para quem como eu passa a vida em busca de uma alimentação rica e equilibrada, esta planta trouxe-me algum alento.

poder retirar o consumo de açúcar refinado como retirei o do sal, devolveu-me o sol que o tempo há muito tirou do céu.

quase não uso sal na comida.
este foi substituído na sua essência por aromáticas e o pouco que uso é sal marinho iodizado e com magnésio, fundamental para o funcionamento do sistema nervoso central.

confesso que sei pouco sobre esta planta e que gostaria muito de aceitar o convite do Luís para este workshop, não fosse ele tão longe.

mas ontem ao falar com a Patricia sobre o livro e pedindo-lhe mais receitas alternativas ao consumo de carne, dei por mim na página da alfazema.

deixei de lado todas as receitas que tinha em mente, e hoje, apesar de ter decretado uma manhã sabática acabei por experimentar a receita que vinha no livro.


pedi-lhe conselhos, truques escondidos. não há. a Patricia escreve como cozinha de mão cheia.
alterei apenas a quantidade de alfazema (coloquei um pouco mais)

a receita só não salta para o 220º, porque o livro merece ser comprado.


desejosa de estrear um dos presentes de natal do Duarte, fico-me pelo sonho de um dia poder ter uma horta assim...
à medida do consumo da casa. sem desperdícios.

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