educar
na arte de educar não há regras inquestionáveis, não há verdades absolutas.
espera-se que cada individuo possa transmitir aos filhos valores maiores.
o que também não é assim tão linear, porque aquilo que cada um tem como valor inabalável, o outro pode não ter.
mas espera-se que pelo menos haja a consciência do bem e do mal e que estes valores sejam transmitidos às crianças.
as crianças precisam de regras mesmo que as questionem, e que bom que seja que o façam.
mas educar vai muito além de distinguir o certo do errado, já nem falo nas oscilações do gosto, que tenho por certo que se educa, refiro-ma antes a educar o paladar.
confesso alguma inveja dos pais que têm filhos chamados de "bons garfos". o M. sempre comeu de tudo (pelo menos até entrar para a escola), mas come pouco, e sobretudo com pouco prazer.
cansa e esgota-me.
as sopas passaram a ser passadas porque tinham verdes, continuam a ter, mas tornaram-se sopas preguiçosas.
há algum tempo e porque sinto que as nossas conversas evoluíram no seu grau de maturidade, decidimos que iríamos introduzir alimentosnovos (não passados) às refeições.
duas grandes vitórias, nabo e couve flor, ambos cozidos.
a segunda vez que comemos couve flor foi gratinada com queijo, meio pacote de natas, leite e noz moscada (previamente cozida e cortada em pedacinhos)
estamos no bom caminho.
espera-se que cada individuo possa transmitir aos filhos valores maiores.
o que também não é assim tão linear, porque aquilo que cada um tem como valor inabalável, o outro pode não ter.
mas espera-se que pelo menos haja a consciência do bem e do mal e que estes valores sejam transmitidos às crianças.
as crianças precisam de regras mesmo que as questionem, e que bom que seja que o façam.
mas educar vai muito além de distinguir o certo do errado, já nem falo nas oscilações do gosto, que tenho por certo que se educa, refiro-ma antes a educar o paladar.
confesso alguma inveja dos pais que têm filhos chamados de "bons garfos". o M. sempre comeu de tudo (pelo menos até entrar para a escola), mas come pouco, e sobretudo com pouco prazer.
cansa e esgota-me.
as sopas passaram a ser passadas porque tinham verdes, continuam a ter, mas tornaram-se sopas preguiçosas.
há algum tempo e porque sinto que as nossas conversas evoluíram no seu grau de maturidade, decidimos que iríamos introduzir alimentos
duas grandes vitórias, nabo e couve flor, ambos cozidos.
a segunda vez que comemos couve flor foi gratinada com queijo, meio pacote de natas, leite e noz moscada (previamente cozida e cortada em pedacinhos)
estamos no bom caminho.




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