nem tudo é trabalho
faço uma ginástica para tapar todos os buracos, sei que não consigo. tenho mails atrasados. trabalhados pendurados, que espero colocar em ordem rapidamente.
deixei para trás o ritual dos sábados de manhã na feira de Estremoz, que funcionava como um bálsamo para a alma e para o estômago.
nesta permanência pelo Alentejo, e ao contrário de alguns amigos, não me aventurei pelas hortícolas. Cultivei um canto de aromáticas, até ao dia em que chegou um cão a casa.
o que gosto dos mercados são os cheiros, a cor, poder trocar saberes, que no meu caso é mais absorver. ter um cabaz à porta era uma ideia que só satisfazia o meu lado burguês.
veio o primeiro, numa caixa de cartão com uma apresentação irrepreensível. sempre que olhava, e ainda sem saber o que continha, era assaltada por este livro de Antoinette Portis
Não é uma caixa! são mimos escolhidos a dedo.
hoje chegou a segunda caixa. mudaram cores e sabores.
A Vale do Mestre está de parabéns, tanto que fiz questão em falar com eles.





Olá, Rute:
ResponderEliminarCheguei aqui através da Filósofa Residente, mas já tinha ouvido falar da ilustradora "de Avis" e gosto muito das ilustrações, claro. Eu ainda mantenho o ritual dos sábados de manhã no mercado, mas estou a viver em Estremoz... Gostei muito do blog e ando a pensar na hortinha, quando chegar a Primavera! Desejo-lhe muito sol inspirador!
Ana
Olá Ana, que bom ter chegado aqui. Estremoz trouxe-me com essa feira um reencontro e uma descoberta quase em cada peça que adquiri. Talvez por deformação profissional ou simplesmente por um espírito inquieto e umas mãos irrequietas levou-me a histórias e a conhecimentos deliciosos. À espera do tempo morno talvez nos encontremos num sábado qualquer...
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