8.22.2013

7ª arte

há filmes que são para a vida e que marcam a vida de quem os vê mesmo com uma distancia temporal significativa.
ontem levei o M. a ver o Cinema Paraíso, de Giuseppe Tornatore, pelo filme que é um elogio ao amor, à amizade, à vida, e, claro ao cinema, mas também por ser projectado ao ar livre, o que me fez recuar a umas férias em Altura, teria eu 13 anos e o único cinema que havia tinha o céu como tecto.
Nessas férias vi de tudo, o bom e o mau. Desde "les un et les autres" ao "último tubarão".
A noite impunha uma saída num tempo que nos obriga a uma espécie de recolher obrigatório por causa do calor.
Do filme veio um pequenino coração cheio de lágrimas.
Cheio de receios por se ter apercebido que o amor nas suas cambiantes é duro e que se fazem escolhas, sacrifícios, sofrem-se as consequências e que muitas vezes criamos em nosso redor pequenas redomas que aparentemente nos tornam intocáveis.
Perdi a conta das vezes que vi o filme, mas ainda hoje, há momentos em que um que nó se forma na garganta para não deixar passar as lágrimas que vêm do coração.
Parabéns à Ana e ao Jorge.

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