Desde pequena que tenho por maior amigo os lápis. Tive a
infância povoada de cores e nunca me preocupei em querer ser outra coisa que
passasse além do rabiscar. Não sabia o que realmente viria a ser, mas passava
por esta coisa mágica que é dar vida a quem vive no papel.
Hoje e porque tenho os livros por companhia, penso que escrever podia ser o
sonho escondido. Escrevo melhor na cabeça. Fico-me pela leitura de quem tem a
consciência das letras de outros.
Já gostava de José Luís Peixoto, mas a sua estreia na literatura infantil com o livro “A Mãe Que Chovia” é prova de um novo grande homem das letras.
Um livro de uma ternura invulgar e de uma simplicidade ao mesmo tempo desarmante. Um filho da chuva que se vê obrigado a partilhar o amor da mãe. Uma partilha difícil que só um amor incondicional permite. Um livro de partilhas.
“Eu tenho a certeza de ti, tu tens a certeza de mim” e a vontade de acolchoar o mundo.
Já gostava de José Luís Peixoto, mas a sua estreia na literatura infantil com o livro “A Mãe Que Chovia” é prova de um novo grande homem das letras.
Um livro de uma ternura invulgar e de uma simplicidade ao mesmo tempo desarmante. Um filho da chuva que se vê obrigado a partilhar o amor da mãe. Uma partilha difícil que só um amor incondicional permite. Um livro de partilhas.
“Eu tenho a certeza de ti, tu tens a certeza de mim” e a vontade de acolchoar o mundo.


