Filha de uma mulher com carta de pasteleiro, numa altura em que não lhes era reconhecido o direito de serem "primeiros pasteleiros", cresci com o som do açúcar entre as varetas de metal.
Cresci sem aprender uma única receita, porque "ela" estava lá. porque "ela" era melhor.
Deixou-nos sem escrever uma linha daquilo que sabia, porque o sabia de olhos fechados, porque a concha das mãos eram medidas.
Sem ser apreciadora de doces, - o que parece ser genético -, é com doçura que me entrego a cada coisa que faço.
a receita aqui




1 comentários:
A minha mãe costuma dizer: "aprendam, que eu não duro sempre!", mas eu nem sempre lhe dou ouvidos porque acho que ela vai durar :-)
Enviar um comentário