6.27.2011

sempre de lá























É de lá que eu sinto falta. sinto saudades. não é da praia. é do cheiro da maresia. é dos passeios ao fim da tarde pela areia quando só resta quem gosta dela. é vê-lo à noite pedir para molhar os pés, e lá de cima do paredão, lembrar-me quando tinha a idade dele.

não estive com quem mais queria, por isso venho com esta sensação estranha. de metade, de meia coisa, de estado incompleto.

volto a mergulhar no trabalho à espera que o próximo dia chegue depressa.

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