4.06.2011

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Há dias bons, há dias maus, há dias que são melhores que os outros e para o Manel o último é sempre o melhor dia da vida dele. Intensos e dramáticos, eles transportam-nos tantas vezes para as coisas mais simples da vida. Talvez também nós, os crescidos, pudéssemos dizer de um simples dia com amigos, que fosse o nosso melhor dia.

No sábado partimos logo cedo para Évora, não que a distância fosse muita, mas para aproveitar o dia. Não conhecia a Biblioteca Pública de Évora e confesso que parecia uma criança nessa capacidade “esponja” de absorver todo aquele espaço.

Já muito diferente do que hoje as bibliotecas se tornaram, enquanto espaço, mas de uma riqueza (sem falar no acervo) visual absolutamente fantástica, que tive vontade de me sentar, voltar aos tempos de faculdade, e estudar.

Muitos são os livros que só com pedido especial podem ser consultados. Não lhes toquei, apenas com os olhos, a reter na memória o máximo que conseguia. Estantes e estantes, prateleiras que nos fazem sonhar, objectos que pedem para ser tocados, cadeiras que nos convidam a permanecer. Quero voltar, sem pressas.

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