5.05.2009

sementes que ficam





Eu tal como mais uma ou duas gerações crescemos na companhia de Vasco Granja. A verdade é que ele não só encantou crianças, mas ensinou muito. Muito do que se fazia por esse mundo fora. O homem que mostrou a pluralidade da arte de animação. Que passou pelo Canadá com obras de Norman McLaren até à Checoslováquia. Do leste veio o ursinho Mis Uszatek , “O lápis mágico” da Polónia, o “professor Baltazar” da Jugoslávia - e tanto que eu cantei este genérico -, da Inglaterra “o país dos rodinhas” e “o carrocel mágico”. Uma vida cheia como testemunha esta entrevista.

Senti que falar também de “lost and found” fazia todo o sentido. O filme e dois livros de Oliver Jeffers (versão original) chegaram-nos ontem, e escusado será dizer que nos acompanharam pela tarde, pela noite e por uma ida, hoje, para a escola.

Já tinha falado aqui sobre ele, mas ao vê-lo e não sei se por sofrer de um coração deslocado, muitas vezes demasiado perto da boca ou dos olhos, fiquei rendida ao trabalho magnífico de toda a equipa envolvida nesta adaptação.
Uma história cheia de sentimento, de valores e que nos faz pensar .

Com a narração de Jim Broadbent, um dos mais versáteis actores ingleses e com a fantástica música de Max Richter

Do primeiro com certeza são sementes que ficam

2 comentários:

  1. É surpreendente como o Vasco Granja encantou a nossa geração. Sem dúvida um marco na nossa vida. Eu ainda hoje canto o genérico do "professor Baltazar". Um bem haja por nos termos cruzado com ele.

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  2. Rute, fico-te eternamente grata!! eu queria procurar esses desenhos animados mas não me lembrava dos nomes para pesquisar...! Que maravilha voltar a vêr esse ursinho!! Tanto que o procurei!! Vasco Granja vive dentro dos nossos corações. Bravo à sua coragem!!

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