
Vi este livro pela primeira vez aqui por altura das Palavras Andarilhas , ainda na sua língua matriz, escrito por Antonio R. Almodóvar e ilustrado por Marc Taeger, o mesmo ilustrador deste.
Resolvi esperar e passados dois anos, chega a Portugal. Com o prémio Daniel Gil para melhor álbum ilustrado de 2005. Recontada, ou reescrita segundo recolha na tradição oral, esta história rompe com todas as ideias feitas do que é o Capuchinho.
Em “A Verdadeira história do Capuchinho”, encontramos uma menina que afinal nem sequer jeito tem para a costura. A fama de gulosa e a sua extrema curiosidade são realçadas não só pelo texto como pela ilustração. As personagens quase vindas do universo infantil adquirem grande expressividade e a representação do Capuchinho surpreende em cada página. Uma delas quase nos faz lembrar as primeiras representações do Mickey ou mesmo algumas alusões ao Pinóquio.
Resolvi esperar e passados dois anos, chega a Portugal. Com o prémio Daniel Gil para melhor álbum ilustrado de 2005. Recontada, ou reescrita segundo recolha na tradição oral, esta história rompe com todas as ideias feitas do que é o Capuchinho.
Em “A Verdadeira história do Capuchinho”, encontramos uma menina que afinal nem sequer jeito tem para a costura. A fama de gulosa e a sua extrema curiosidade são realçadas não só pelo texto como pela ilustração. As personagens quase vindas do universo infantil adquirem grande expressividade e a representação do Capuchinho surpreende em cada página. Uma delas quase nos faz lembrar as primeiras representações do Mickey ou mesmo algumas alusões ao Pinóquio.


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