8.31.2008

um post que me apetecia adiar



Gostava de o adiar pelo peso emocional que traz com ele, levamos a vida a preparar-nos para as grandes coisas da vida, que tantas vezes nos esquecemos que a vida é feita de demasiadas coisas pequeninas.
Quando o Manel largou as fraldas senti um gelo dentro de mim, era um sentimento contrário, um misto de alegria e tristeza, de conquista e de perda. Ele estava maior e eu muito mais pequena. O cordão umbilical era de novo cortado, como foi quando o M. foi para a escolinha.
Eu que nunca gostei do primeiro dia de coisa alguma, aos 4 anos, este dia chegou depressa demais, caiu-lhe o primeiro dente e eu não estava preparada. Desabafei com elas, apetecia-me comprar a melhor cola do mundo e voltar a pô-lo no lugar, mas nem isso posso fazer, o M. engoliu o dente.
Resta-nos um desenho para colocar debaixo da almofada e esperar…

8.21.2008

mudanças


porque gosto de desafios e muito de ilustrar aceitei ilustrar uma revista económica, a sair do estirador está a capa de um livro para a Colibri e a ilustração de um novo livro

8.17.2008

numa casa portuguesa


Ainda no século XX era possível encontrar numa sala de aula portuguesa os alunos a escreverem em quadros de ardósia ou xisto negro, o ponteiro ou barra era também de ardósia, mas mais macia, para facilitar a escrita.

Mentocaína “R” dos laboratórios Azevedos (1775), o mais antigo grupo farmacêutico português e Laxobac, um laxante infantil (1946)

8.01.2008

jardins de tela




A pintura que nos acompanha os passos é de catorze artistas nacionais e estranjeiros no âmbito do Programa Gulbenkian Distância e Proximidade. Nas fotos Rosana Paulino (S.Paulo), Wilson Shieh (Hong Kong) e António Sérgio Moreira, (Belo Horizonte)

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