4.30.2008

A vida nocturna das árvores





Folhear “The night life of trees” é mergulhar na imaginação, uma espécie de livro-tela, primorosamente desenhado, onde até o cheiro das páginas se torna inebriante.
Recriado por Ram Singh Urveti, Bhajju Shyam e Durga Bai, três dos melhores artistas vivos na tradição Gond, “The night life of trees” é sem dúvida uma homenagem à imponência das mesmas acompanhada de uma narrativa poética ou de um mito.
Os Gonds são tradicionalmente os moradores da floresta, e acreditam que as árvores trabalham arduamente durante o dia, fornecendo abrigo e alimento a todos os seres vivos, mas ao cair da noite, quando o céu escuro se torna um abrigo, os espíritos que nelas vivem revelam-se.

Foi o livro premiado com o 2008 Bologna Ragazzi Award, publicado pela Tara Publishing
229X330, 40p, cor, impresso manualmente na Índia
Edição numerada
ISBN 978-81-86211-92-2

4.27.2008

1001 noites



Longe do bulício e com o devido distanciamento voltamos a mergulhar nas fabulosas ilustrações que vivem na imaginação de 40 ilustradores iranianos.
Fortemente marcada por uma rica herança cultural, o país das 1001 noites deixa-nos nesta exposição o exotismo e a riqueza cromática destas paragens aliada a uma forte contemporaneidade. Voltei, enamorada, pela obra de quatro mulheres, tal como o sultão Shahryar se encantou pelas histórias de Scherazade.

Atyeh Bozorg Sohrabi, Neda Azimi, Marjan Farmani (na foto) e Afra Nobahar

4.24.2008

4.18.2008

e ainda de mães


à semelhança de ontem este é para oferecer a quem me tem visitado por mail ou aqui no blog e não tem conta no flickr. Basta para isso enviar-me um mail
ansiosamente à espera

4.17.2008

aos olhos deles



Quando se é pequeno e sem uma conscencialização disso sabemos que as mães estão sempre presentes. Presentes sobretudo na dor. Mais tarde e já com uma mãe não presente achava que ela nunca tinha estado doente, pelo menos a memória não me permitia lembrá-lo.
Hoje Mãe, sei que não é assim. Que ficamos doentes. Mas ficamos doentes para dentro, tristes para dentro e que por eles somos capazes de tudo

4.14.2008

botões com casa


Esta paixão por botões antigos começou quando vim viver para o Alentejo e entrei pela primeira vez numa antiga venda , - a venda do sr. Rui.
Era um espaço magnífico, onde o sonhar era uma constante. Cada caixa escondia segredos, pensava eu. De certo modo talvez escondam, porque seis anos depois, sempre que lá vou, sinto um frio na barriga cada vez que abro uma.

4.13.2008

a carvão




Inaugurada em 1925 a Oliva foi uma das mais importantes fábricas portuguesas, essencialmente a partir da fundação da fábrica de costura em 1948, tendo se tornado uma das principais concorrentes da Singer.
A Alba constituída em 1921 por Augusto Martins Pereira tornou-se a mais moderna metalurgia da época e um logotipo com quase 100 anos de história que se mantém fiel a si próprio

pequena história do ferro de passar

4.10.2008

contar pelos dedos



O Sabichão era um dos jogos produzidos nos anos 70, que mais me deliciava com todas aquelas perguntas sobre a portugalidade. Para ser franca, acho que era mais o ritual de o boneco a girar em cima do espelho, que fazia a delicia de quem era pequenino.
Este tabuleiro é o de aritmética e tem encantado o M. nos últimos dias

A majora continua a produção deste jogo, com um Merlin à mistura, numa versão menos bonita, com menos qualidade do que é português

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