9.24.2008

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A minha experiência diz-me que a experiência em alguns casos não serve de nada.
O meu primeiro dente ao contrário do que seria normal caiu de uma forma anti-natura, depois de eu ter surripiado uma flauta a um amigo e de me ter exibido pela casa toda, na mestria da arte de tocar o dito instrumento.
Hoje pergunto-me quando vejo ilustrações do Flautista de Hamelin, e que eu própria ilustrei de olhos fechados como é que isso é possível. Sim, o primeiro dente saltou, depois de eu me ter esbarrado contra a ombreira da porta.
Corajosamente e em frente ao espelho diverti-me sozinha a arrancar, durante a fase da muda, dente a dente.

O primeiro dente do M. teve o impacto que teve, hoje e logo pela manhã a preparar-nos para ir para a escolinha recebo, vindo do outro lado da porta um aviso de alerta.
O segundo estava como se costuma dizer preso por um fio.
Arranquei-lhe, custou-me, tremi, transpirei, chorei. O M. só quis ver o dente porque nunca tinha visto nenhum sem gengiva.

3 comentários:

  1. Ai... arrepio-me só de pensar na cena! Coitadinho! Mas vão crescer!
    Beijinhos

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