5.23.2008

ao homem





A vida pode ser simples, calma, sem sequer termos a pretensão de sabermos tudo e transparente, diáfana, luminosa, apesar da dor e da saudade.
Aprendermos que o tempo é a casa do nascimento e da morte, e que a memória é o princípio para nos ligarmos a alguém. Aprender que ter paciência é passar o tempo a lutar por aquilo que se deseja.
E quando estamos certos de uma casa arrumada, a vida encarrega-se de a desorganizar.

Morte e Nascimento de uma Flor de Elvira Santiago é uma metáfora sobre o crescimento, o amadurecimento e a morte. A excelência do texto literário da autora manifesta-se num discurso de beleza depurada, da simplicidade das palavras. As ilustrações de Joana Quental que retratam o lado optimista da vida, uma ode ao sol em contraponto a Alberto Péssimo que mostra o escuro, as trevas, o lado lunar

como um dia disseste “a mim ninguém me cala”, vamos-nos falando meu amigo

2 comentários:

  1. este também faz parte da minha colecção, já o tenho faz tempo as ilustrações são qualquer coisa de fantástico!

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  2. Porque as palavras não conseguem dizer tudo o que sentimos nesta altura, deixo apenas um abraço forte...

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